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Governo gastou R$23 milhões para divulgar tratamento precoce contra Covid, especialistas em saúde pública criticam Bolsonaro e mais notícias2 min

11/06/2021 2 min read

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Governo gastou R$23 milhões para divulgar tratamento precoce contra Covid, especialistas em saúde pública criticam Bolsonaro e mais notícias2 min

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Governo brasileiro gastou R$ 23 milhões para divulgar tratamento precoce sem eficácia comprovada

Um documento enviado pelo Ministério da Saúde à CPI da Covid mostra que o governo federal informou à Procuradoria Geral da República que foram gastos R$ 23,3 milhões com campanhas de divulgação do tratamento precoce contra a Covid-19. Também no documento, foi informado que o governo gastou R$ 52 mil em passagens em diárias com os médicos que viajaram a Manaus para difundir a cloroquina, remédio ineficaz contra a Covid.

Especialistas em saúde pública criticam políticas de Bolsonaro na CPI

Nesta sexta-feira (11), a CPI da Covid ouviu a microbiologista Natalia Pasternak, e o médico sanitarista Cláudio Maierovitch, ex-presidente da Anvisa. No depoimento de ambos, os dois criticaram a condução da pandemia pelo presidente Jair Bolsonaro e defenderam medidas de restrição, uso de máscara e a vacinação em massa. Os médicos e pesquisadores reafirmaram que não existe tratamento precoce contra a Covid-19.

Arquivos sigilosos mostram que o governo consultou as embaixadas para saber se outros países já tinham comprado a Pfizer e Janssen, em fevereiro

Em documentos enviados pelo Ministério das Relações Exteriores à CPI da Covid mostraram que somente em fevereiro deste ano, o governo federal entrou em contato com as embaixadas do Brasil no exterior para saber quais países já tinham fechado contratos com as vacinas da Pfizer e da Janssen. A Comissão Parlamentar de Inquérito está investigando a razão de o governo ter fechado os contratos somente em 2021, já que as negociações se iniciaram em 2020.

Brasil volta a fazer parte do Conselho de Segurança da ONU após 11 anos

O Brasil voltará a ter uma cadeira não permanente no Conselho de Segurança da ONU de 2022-2023. Após 11 anos sem integrar o Conselho, essa é a 11ª vez que o Brasil faz parte do colegiado. O país recebeu 181 votos na eleição.

Foto: Agência de Notícias do Paraná