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Suposto lobista da Precisa Medicamentos não comparece à CPI da Covid, Carlos Bolsonaro é investigado no Ministério Público e mais notícias2 min

02/09/2021 2 min read

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Suposto lobista da Precisa Medicamentos não comparece à CPI da Covid, Carlos Bolsonaro é investigado no Ministério Público e mais notícias2 min

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Suposto lobista da Precisa Medicamentos não vai à CPI da Covid

Marconny Nunes Ribeiro, apontado como suposto lobista da Precisa Medicamentos, não compareceu ao depoimento da CPI da Covid na manhã desta quinta-feira (2). O presidente da CPI, Omar Aziz, mandou a Polícia Legislativa do Senado ir atrás do lobista para que ele compareça ao depoimento. Segundo pesquisa, lobista é a pessoa que manipula negociações em benefício próprio e de aliados.

Julgamento sobre marco temporal de terras indígenas volta a ser discutido nesta quinta

O STF suspendeu ontem a sessão que julga a tese do marco temporal, que afirma que os povos indígenas só podem reivindicar a demarcação de terras que eram ocupadas por eles antes da Constituição de 1988. O julgamento que estava sendo feito na quarta (1) foi adiado para esta quinta. Na ocasião, a AGU defendeu o marco temporal enquanto representantes indígenas continuam afirmando que a medida é inconstitucional. O relator do caso, ministro Edson Fachin, já se posicionou contra a proposta.

Filho do presidente, Carlos Bolsonaro será investigado pelo Ministério Público do Rio

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro determinou a quebra de sigilo das contas dos bancos do vereador Carlos Bolsonaro. A determinação é para investigar a contratação de funcionários “fantasmas” no gabinete do parlamentar. O Ministério Público está levantando a possibilidade de que haja esquema de “rachadinha” no gabinete de Carlos.

Bolsonaro sanciona projeto que revoga Lei de Segurança Nacional

O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta quarta-feira (1), o projeto que revoga a Lei de Segurança Nacional, criada em 1983, durante a ditadura militar. No entanto, alguns trechos foram vetados pelo presidente como por exemplo a punição de atos de “comunicação enganosa em massa”. Vale lembrar que o presidente Bolsonaro já investigado no STF no chamado inquérito das fake news que apura a disseminação de informações falsas com o objetivo de desestabilizar a democracia.

Foto: Edilson Rodrigues