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Empregado afirma que ex-mulher do presidente Bolsonaro comandava rachadinha a Alerj e na Câmara, Bancários se manifestam em defesa da democracia e mais notícias2 min

03/09/2021 < 1 min read

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Empregado afirma que ex-mulher do presidente Bolsonaro comandava rachadinha a Alerj e na Câmara, Bancários se manifestam em defesa da democracia e mais notícias2 min

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Ex-empregado que trabalhou para família Bolsonaro afirma que ex do presidente comandava rachadinha

Um ex-empregado, que trabalhou durante 14 anos para a família Bolsonaro, afirmou ter testemunhado uma série de crimes que teriam sido cometidos pela advogada Ana Cristina Valle, ex-mulher do presidente, e também pelos filhos Flávio e Carlos Bolsonaro. O funcionário acusou a ex-mulher do presidente de comandar o esquema de rachadinha na Alerj e na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, e também de comprar a mansão em que vive através de “laranjas”. O termo “laranjas” se refere a pessoas que intermedeia transações financeiras falsas.

Bancários, empresários e políticos se manifestam em defesa da democracia

Às vésperas do 7 de setembro, a defesa da democracia e também dos três poderes esteve presente nas falas de empresários, de instituições bancárias e também pelos representantes do Judiciário e do Congresso. As declarações se dão como respostas após apoiadores de Bolsonaro programarem manifestações contra a democracia e o STF no feriado da Independência.

Cármen Lúcia nega pedido de advogado para faltar ao depoimento na CPI

A ministra do STF Cármen Lúcia negou novamente o pedido da defesa do advogado Marcos Tolentino para que não seja obrigado a comparecer ao depoimento na CPI da Covid. A comissão quer ouvir Tolentino pois ele é apontado de estar envolvido nas apurações das empresas que intermediaram os contratos das vacinas.

Mortes de indígenas por Covid têm aumento de 41% em agosto

Segundo a Secretaria Especial de Saúde Indígena, pelo menos 798 pessoas morreram da doença em territórios indígenas desde o início da pandemia. Já o Comitê Nacional de Vida e Memória Indígena contabiliza mais 1.194 mortes.

Foto: Reginaldo Teixeira